Agir pela ração humana só tem sentido, se está razão estiver em concordância com a verdade. Qual verdade é capaz de libertar? Quem está com verdade? O imperfeito é capaz de ver a perfeição? Nascemos para duvidar, ou, para crer? A vida é uma interrogação, ou, uma resposta?
“Ele viu que tudo era bom”. Por mais limitados que somos, há dentro de nós algo maior do que nossa limitação; o desejo de voltarmos para Deus. Buscar a verdade sem o discernimento é um grande risco, pois ao invés da verdade corre-se o risco de encontrar a mentira. A sede de respostas e de provas concretas pode retirar do coração do homem o sentido da vida. Nada existe por acaso. E, também sabemos, que as pessoas, ou, os objetos não surgem do nada. Antes de existir a criação, ela é sonhada pelo criador.
Você é fruto do sonho de Deus. Barro nas mãos do oleiro, cada um de nós, foi moldado segundo o coração do Senhor. Observe os seus amigos, seus irmãos, cada um possui um traço diferente. Uma característica própria, um jeito de ser. Mas trazem em si algo em comum, são frutos do Sonho de um criador apaixonado. Esta é uma linda história de amor. Porém, com nossas escolhas, transformamos tudo isto, num profundo vale de dor. Temos a “mesma origem”. Porque então não somos capazes de viver bem entre nós mesmos? Somos diferentes ou somos rivais?
Nos dias atuais fala-se muito em liberdade. O homem se tornou “dono” do seu próprio nariz. “Sei o que faço, por onde vou, com quem eu vou, e tenho todo o direito, pois a vida é minha”. A liberdade mal usada é escravidão. Toda moeda tem dois lados, de que lado da vida você está?
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